O ontem passou sem deixar saudades. O hoje chegou sem qualquer curiosidade em saber como será o amanhã. Demasiado previsível. Ouço na casa-de-banho do fundo, as gotas a escaparem-se da torneira mal fechada. O embater na porcelana que deveria tornar o som suave, não o é. Aumenta o silêncio que anda cá por casa e o ruído na minha cabeça. Pensar já só é obedecer de forma a um cérebro que insiste em continuar a trabalhar. Quando ao coração… esse só quer parar de bater.

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