Horas desesperadas

Cinco minutos. Uma hora. Seis horas. Nada. Olho em volta. O coração começa a bater mais forte. Sinto um aperto na garganta por saber o que se passa. Fecho os olhos. Não é nada que queira imaginar. Olho pela última vez para aquele aparelho electrónico demoníaco: zero mensagens recebidas. Vou dormir.

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