Sempre Tu

“Adormeceste. Eu não consegui. Os meus olhos, mesmo na escuridão, estavam presos a ti. Desenhei com o meu dedo a perfeição do teu braço. Uni a minha mão à tua. Encaixaram como duas peças de puzzle feitas umas para a outra. Fugi de ti. Puxaste-me para ti. Acarinhei a tua pele com a ponta do nariz. Acordei-te. Beijaste-me a testa. Sorri. O frio desaparecera. Tudo o que conseguia sentir, nesse momento, era o teu calor que tão bem me preenchia. Eras o meu fogo numa noite fria. O dia chegou. Não aguentei. Parti sem te acordar. Tudo não passara de um sonho bom.”

Nesse dia despertei para a realidade: estava metida num grande sarilho.

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