O silêncio da rapariga ruiva

“Não me apetece falar.”, disse ela num traço amargo de solidão, incapaz de conter as lágrimas ou o seu desespero se alguém a obrigasse a falar. E por isso mesmo, ninguém mais insistiu para que ela falasse. Deixaram-na no silêncio dela, embalada por som nenhum, numa espécie de autismo desconhecido onde escondia os seus demónios. Assim ficou, durante horas, até que do nada, levantou-se e através de palavras vindas do fundo do seu peito, deu a conhecer a dor que a atormentava.

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