As efémeras musas da tua vida

Se um dia, por algum motivo, me perguntarem do que te alimentas, direi: de mulheres. Nunca conheci ninguém tão apaixonado por corpos femininos, pela sua atenção, pelos seus sorrisos, pela futilidade dos seus pensamentos. Nem nunca conheci ninguém que ficasse depressa saciado, de uma forma quase doentia, disso. Gostava de conhecer, melhor, o que te vai na cabeça.

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