(Des)ilusões

Perdi-me no tempo em conversas vãs contigo, sempre contigo. Aguardando com fulgor o momento da tua chegada, que nunca chegou.   Foram tantas as palavras trocadas e tão poucos os beijos que me deste. Tantos foram os olhares maliciosos, as noites perdidas em promessas jamais cumpridas, os abraços que nunca voltariam a acontecer. E por quê? E para quê? Malditos sejam estes acontecimentos que nos enrolam o estômago num nó apertado, que nos atam com uma corda invisível a uma ilusão que teima em  confundir-se com realidade! Gostava de me conseguir despedir. Mas virar costas, é bem mais fácil.

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