A fonte de todos os pecados

Pudesse eu perder os meus dias em sonetos e serias tu o dono de todos eles. Como quando o vento passa e tudo leva, és tu, sempre tu. A inspiração, a luz, o tormento. O calor que aquece os dias em que me prendo numa escuridão só minha. De tanto seres a minha salvação, um dia serás, também, a perdição de uma vida que há muito nada tem a dizer. Como se o silêncio pudesse contar todos os segredos que nos rodeiam e que nos tornam invisíveis bem no centro do mundo. És tu, sempre tu. A eterna devoção. Um dia ficarei louca e tu serás o culpado. Mas disso já tu o sabes.

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