A Condenada

Soubesses tu os crimes que eu cometo só de pensar em ti. Tortura-me, horas a fio, o relógio. Não há meio de o ponteiro avançar. De tu chegares. De eu me perder. A noite é minha inimiga. Veste-me na pele de uma sombra que julga poder ser tudo. De ter tudo, quando o tudo que eu quero está mais do que condenado. É isso que tu me fazes. Condenas-me. E eu aqui, esperando que a desgraça me caia à porta com um sorriso na cara.

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