Destino

Há todo um medo associado ao ontem e ao amanhã. Deixamos que o passado nos afecte para servir de motivação, para que o amanhã seja bem diferente. Nunca o é. É tudo um ciclo vicioso de momentos e diversas situações que acabam para logo voltarem a recomeçar. Não há tempo para se parar de viver. Para acreditarmos que, na realidade, controlamos as nossas próprias vidas. Mas não passamos de marionetas do Destino sem qualquer controlo relativamente ao nosso amanhã. E o Destino tem um sentido de humor cruel. O ciclo voltou ao início e o jogo está pronto a recomeçar.

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